No próximo mês de junho, vamos dar o passo inicial para vários projetos usando os recursos maravilhosos da internet.
Essa 1ª Oficina será sobre temas do meu primeiro livro autoral "Depressão e Autoconhecimento, que estarei lançando em julho/2012.
Teremos 3 encontros semanais e após cada um deles, em um grupo fechado no FACEBOOK, discutiremos os temas com liberdade e exercícios programados.
Abaixo seguem todas as informações para você se inscrever.
Clicando na imagem você será levado ao nosso parceiro MENTENOVA que será o canal de transmissão e organização de todo o evento.
Para quem desejar conhecer meu trabalho profissional como terapeuta holístico vá até: www.wanderleyoliveira.com.br

Caro Wanderley, poderíamos dizer que a mediunidade consciente é que caracteriza a maioria dos médiuns na atualidade? Sendo assim, os sentimentos seriam o alicerce desta parceria mediúnica?
Sem dúvida. Quanto mais consciente, mais o médium é convocado a ser parceiro dos espíritos e não um “robô” como muitos acreditam que deva ser o fenômeno mediúnico. Emmanuell, em “Seara dos Médiuns” deixou uma formula muita sensata de mediunidade dizendo que “Toda produção mediúnica é a soma do mensageiro espiritual, do médium e do meio ambiente.”
Portanto, considerando 1/3 para cada parte, pois são três os fatores por ele descritos, veja que o médium responde por uma parcela significativa do resultado mediúnico. E nesse 1/3 do médium, eu diria que, entre os vários aspectos a observar, o sentimento educado no Evangelho vai responder por pelo menos 90% do preparo mediúnico. Vamos pensando e aprendendo.
Wanderley, como entender a lei do carma diante dos diferentes? No livro “Diferenças não são Defeitos” existem mensagens sobre como saber se acertamos o nosso carma?
O livro “Diferenças não são defeitos”, de Ermance Dufaux, é uma proposta para examinar como conviver bem com as diferenças e com os diferentes, para que a gente faça disso algo transformador pelas nossas vidas e pela dos outros.
O que temos feito na maioria das vezes é o contrário, é suportado, aguentado, se prendendo a sentimentos e atitudes que não acrescentam. Devido a essa postura, “esticamos” o nosso carma que já poderia ter se “fechado” em seus ciclos para abertura de novas etapas.
Muitas vezes as pessoas passam uma vida inteira aquentando uma relação em prol da família ou do casamento, no fim, morre todo mundo doente e infeliz, magoado e insatisfeito, chegando perturbado no mundo espiritual. E, quando reencarna novamente, traz consigo os mesmos problemas para resolver, o carma ainda não está superado.
Usando a palavra de sua pergunta, nós acertamos o nosso carma quando aprendemos o que a dor tem para nos ensinar. Isso significa girar a roda da vida, avançar em percepção sobre algo que nos aflige.
Infelizmente as religiões, nelas incluindo a cultura do espírita, estão muito carregadas de um conceito tóxico de carma no qual a proposta é sofrer por sofrer. Essa cultura trouxe como efeito um comportamento passivo, um conceito distorcido da virtude da resignação. Nessa ótica, resignação é sinônimo de passividade diante de nossos problemas e dificuldades.
Eu tenho para mim algo muito claro que a experiência me ensinou: para muita gente, por uma questão de medo e acomodação, é preferível dizer que suas dores são carmas do passado que ela tem que passar, do que se dar ao trabalho de acionar a coragem e o ânimo de encontrar soluções e respostas para sair de suas dificuldades. Transformar o sofrimento em algo útil e educativo e da muito trabalho mesmo!...


